Religião e ciência

Há muitos tipos das narrativas e de princípios de organização. A ciência é conduzida pela evidência recolhida nas experiências, e pela falsificação de teorias existentes e de sua recolocação com mais novo, assintòtica mais verdadeira, umas. Outros sistemas – religião, nacionalismo, ideation paranóide, ou arte – são baseados nas experiências pessoais (fé, inspiração, paranóia, etc.).

As narrativas Experiential podem e interagem com as narrativas evidential e reciprocamente.

Por exemplo: a opinião no deus inspira alguns cientistas que consideram a ciência enquanto um método ao “auge em cartões do deus” e para começ mais perto dele. Um outro exemplo: a perseguição de esforços científicos realça seu orgulho nacional e é motivado por ela. A ciência é corrompida frequentemente a fim suportar reivindicações nacionalistas e do racista.

As unidades básicas de todas as narrativas são sabidas por seus efeitos no ambiente. O deus, neste sentido, não é nenhum diferente dos elétrons, dos quarks, e dos buracos negros. Todas as quatro construções não podem diretamente ser observadas, mas o fato de sua existência é derivado de seus efeitos.

Concedidos, os efeitos do deus são discerníveis somente nos reinos sociais e psicológicos (ou psicopatológicos). Mas este confinamente observado não o torna menos “real”. A existência supor do deus explica parcimoniosa fenômenos ostensibly não relacionados de uma miríade e, conforma-se conseqüentemente às réguas que governam a formulação de teorias científicas.

O locus da existência supor do deus está, claramente e exclusivamente, nas mentes dos crentes. Mas isto outra vez não o faz menos real. Os índices de nossas mentes são tão reais quanto qualquer coisa “para fora lá”. Realmente, a distinção mesma entre a epistemologia e o ontology são borrados.

Mas é a existência do deus “verdadeira” – ou é apenas um figment de nossos neediness e imaginação?

A verdade é a medida da habilidade de nossos modelos de descrever fenômenos e prevê-los. A existência do deus (em mentes do pessoa) sucede para fazer ambos. Por exemplo, supr que o deus existe permite que nós prever muitos dos comportamentos dos povos que professam acreditar nele. A existência do deus é, conseqüentemente, retificar indubitàvelmente (neste sentido formal e estrito).

Mas o deus existe fora das mentes do pessoa? É uma entidade objetiva, independente de que povos podem ou não podem pensar sobre ele? Após tudo, se todos os seres sensíveis eram perecer em uma calamidade horrívea, o sol ainda estaria lá, revolvendo como fêz de imemorável de tempo.

Se todos os seres sensíveis eram perecer em uma calamidade horrívea, o deus ainda assim existiria? Se todos os seres sensíveis, including todos os seres humanos, param de acreditar que há o deus – sobreviveria a este renunciation? O deus “para fora lá” inspira a opinião no deus em mentes dos povos religiosos?

As coisas conhecidas são independente da existência dos observadores (embora a interpretação de Copenhaga de mecânicos de quantum disputa esta). As coisas acreditadas são dependentes da existência dos crentes.

Nós sabemos que o sol existe. Nós não sabemos que o deus existe. Nós acreditamos que o deus existe – mas nós não fazemos e não podemos sabê-lo, no sentido científico da palavra.

Nós podemos projetar experiências falsificar (provar erradamente) a existência dos elétrons, dos quarks, e dos buracos negros (e, assim, se todas estas experiências falham, mostrar que os elétrons, os quarks, e os buracos negros existem). Nós podemos igualmente projetar experiências mostrar que os elétrons, os quarks, e os buracos negros existem.

Mas nós não podemos projetar mesmo uma experiência falsificar a existência de um deus que seja fora das mentes dos crentes (e, assim, se a experiência falha, mostrar que o deus existe “para fora lá”). Adicionalmente, nós não podemos projetar mesmo uma experiência mostrar que o deus existe fora das mentes dos crentes.

Que sobre o “argumento do projeto”? O universo é tão complexo e diverso que certamente envolve a existência de uma inteligência suprema, do desenhador do mundo e do criador, sabido por algum como o “deus”. De um lado, a riqueza do mundo e a variedade podem inteiramente ser esclarecidas using teorias científicas modernas tais como a evolução e o estrondo grande. Não há nenhuma necessidade de introduzir o deus nas equações.

Ainda, é possível que o deus é responsável para ele todo. O problema é que nós não podemos projetar mesmo uma experiência falsificar esta teoria, esse deus criou o universo (e, assim, se as falhas da experiência, mostrar que o deus é, certamente, autor do mundo). Adicionalmente, nós não podemos projetar mesmo uma experiência mostrar que o deus criou o mundo.

Nós podemos, entretanto, projetar experiências numerosas falsificar as teorias científicas que explicam a criação do universo (e, assim, se estas experiências falham, emprestar a sustentação substancial destas teorias). Nós podemos igualmente projetar experiências provar as teorias científicas que explicam a criação do universo.

Não significa que estas teorias são absolutamente verdadeiras e imutáveis. Não são. Nossas teorias científicas atuais são em parte verdadeiras e são limitadas à mudança com o conhecimento novo ganhado pela experimentação. Nossas teorias científicas atuais serão substituídas por umas teorias mais novas, mais verdadeiras. Mas alguns e todas as teorias científicas futuras serão falsificáveis e testable.

O conhecimento e a opinião são como o óleo e a água. Não misturam. O conhecimento não conduz à opinião e a opinião não rende o conhecimento. A opinião pode render a convição ou forte-sentiu opiniões. Mas a opinião não pode conduzir ao conhecimento.

Ainda, as coisas conhecidas e as coisas acreditadas existem. O anteriores existem “para fora lá” e os últimos “em nossas mentes” e somente lá. Mas não são nenhum menos real para aquele.